UFPR apresenta proposta de alternativa ambiental sustentável e União da Vitória pode ganhar extensão de estudo e pesquisa

A prefeitura de União da Vitória abre espaço para discutir possibilidade de centralizar projeto de pesquisa sobre novas tecnologias para transformar lixo em energia. Esse assunto foi apresentado por profissional da Universidade Federal do Paraná (UFPR), dentro da perspectiva de que o Estado depende de inovações ‘importadas’ de São Paulo ou de outros países que distam da realidade local e de todo o Sul do País. Outra iniciativa visa ampliar o estudo sobre a pedra ‘basalto’ e cabe espaço para o município participar do processo.

“Cada Estado tem foco específico, disso a importância de adaptar as soluções às realidades locais”, frisa o professor de Engenharia Química da UFPR, Carlos Yamamoto, que é coordenador dos Laboratórios de Análises de Combustíveis Automotivos (LACAUT) e Meio Ambiente. Segundo ele, desde a legislação ambiental até as próprias características são diferentes de um Estado a outro. Disso o objetivo de projetar ações dentro de prerrogativas locais. “Desenvolver projetos de acordo com nossa realidade paranaense”, destaca o professor. O pesquisador disse que esse trabalho pode ser referência para todo o Sul do Brasil. Há interesse da Universidade trabalhar essa ação em parceria com o município de União da Vitória com intuito de projetar desenvolvimento.

Sobre o basalto, de acordo com o pesquisador, essa pesquisa, está sendo desenvolvida em parceria com a Indústria Remineralizadora de Solos (Ekosolos) – que trabalha dentro dos quesitos de sustentabilidade e proteção do Meio Ambiente –, podendo ampliar o estudo e constituir uma extensão da UFPR para a região. O prefeito Pedro Ivo Ilkiv disse que pretende dar suporte político na tentativa de viabilizar essa proposta. “Já conseguimos, com auxílio da então Ministra Chefe da Casa Civil e senadora Gleisi Hoffmann e nossos deputados a vinda do Instituto Federal do Paraná. Agora, podemos trabalhar na busca de mais essa melhoria”, salienta.

Outra questão abordada por Yamamoto é de que o município deve buscar soluções definitivas para a destinação correta do lixo. Sua linha de pesquisa aponta que há possibilidade de evitar que esse material, apenas, seja inutilizado e lançado no aterro sanitário. “Desenvolvemos tecnologia para transformar isso em energia”, explica. Segundo ele, os estudos demonstram que, aplicando tecnologias adequadas, é possível encontrar soluções que permitam a redução de materiais que, normalmente, seguem para valas sanitárias. “Podemos ampliar a vida dos aterros em até oito vezes”, destaca. Para isso, a UFPR busca parcerias e constituição de novos centros de pesquisas e extensão.

Tecnologia do Campo mostra como funciona técnica de rochagem

No Tecnologia do Campo do dia 4 de outubro de 2014, o assunto é rochagem ou remineralização, uma técnica de reposição de nutrientes do solo que pode ser uma alternativa ao uso de fertilizantes e corretivos de solo. No Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de São Carlos, em Araras (SP), a agrônoma e pesquisadora Maria Leonor Ribeiro Assad explica como essa técnica funciona, quais as aplicações e vantagens para agricultura e meio ambiente. Acompanhe!
http://www.agrosoft.org.br/agropag/230390.htm#.VDGIiYFdWSp

Agricultores (as) de Bituruna – PR visitam agricultores de Porto União que usam o Pó de Basalto no cultivo de hortaliças

No último dia 16 de setembro, agricultores familiares assentados da reforma agrária do município de Bituruna –PR, acompanhados do técnico Gelson Vieira da Cooper-iguaçu, visitaram no município de Porto União –SC experiências com o pó de basalto – Ekosolos. Na parte da manhã, este grupo acompanhado do técnico da Ekosolos o biólogo Fabio Pereira, visitaram o 1º moinho para moagem do pó de basalto, este instalado na chácara do professor Bernardo Knapik, na colônia Antônio Candido. Puderam conhecer este moinho protótipo, uma horta ecológica e diversas explicações sobre o uso do pó de basalto na agricultura.

 

Já na parte da tarde visitaram a família do agricultor Janio, produtor de hortaliças há mais de 20 anos na área industrial de Porto União. Conheceram também o sistema de produção com estufas, no cultivo de alface, morango, rúcula, cebolinha, salsinha, brócolis, couve, couve flor, repolho, cenoura e outras. Acompanharam também a demonstração de como o agricultor prepara os canteiros utilizando o pó de basalto e esterco de aves, sendo estes os insumos que o agricultor Janio utiliza para fertilizar sua horta.

Uso dos remineralizadores na agricultura pode reduzir uso de fertilizantes e tornar cultivo mais sustentável

A proposta apresentada pelo grupo de trabalho de normatização do uso de pós de rocha na agricultura, criado para definir limites de adição dos elementos presentes nos remineralizadores, foi aprovada em oficina realizada na terça-feira, 2 de setembro, no Ministério de Minas e Energia (MME). O grupo ainda vai analisar as sugestões dadas por especialistas, para depois elaborar o documento final.

Na abertura do evento, o secretário de Geologia, Mineração e Transformação do (MME), Carlos Nogueira, falou da importância da criação do grupo de trabalho sobre rochagem (técnica que utiliza os remineralizadores) e da parceria entre os ministérios para desenvolver uma alternativa de insumos que promova a melhoria dos solos e reduza a dependência brasileira em fertilizantes. “O uso de pós de rocha é uma alternativa viável e tornaria possível a redução da dependência brasileira em fertilizantes, além de viabilizar a prática de uma agricultura mais sustentável e orgânica”, destacou.

Segundo o secretário, o diálogo sobre o uso de remineralizadores tem o objetivo de difundir técnicas de melhoria dos solos que possam fazer com que os agricultores utilizem esses insumos para melhorar tanto a fertilidade do solo, recompondo nutrientes, como a produtividade e qualidade da agricultura brasileira.

Um dos pontos discutidos na reunião foi o grau de toxidade dos elementos presentes nas rochas. Uma das preocupações é saber como qualificar, quantificar e normatizar a presença desses elementos, para poder elaborar uma lista que contenha esses dados e os limites de concentrações permitidos para que o uso não traga risco à saúde humana e ao meio ambiente.

Os especialistas pretendem usar o conhecimento pioneiro do grupo de pesquisa da Embrapa Clima Temperado para criar uma normatização mais aberta para a prática da rochagem.

O grupo de trabalho de normatização do uso de pós de rocha na agricultura para elementos potencialmente tóxicos é composto pelo Ministério de Minas com os Ministérios de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), além de parceiros como Embrapa Cerrados, Petrobras, o Serviço Geológico do Brasil e o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM,), que instituíram o grupo de normatização.

Acesse as apresentações:
Grupo de Trabalho de Normatização do Uso de Remineralizadores na Agricultura “Lei nº 12.890/13: Processo de regulamentação (Limites)”

Do Centro de tecnologia Agrícola e Ambiental: “Avaliação da disponibilidade de nutrientes e contaminantes tóxicos Extratores”

Normatização da composição química dos remineralizadores agrícolas: bases para reflexão

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Agricultura aprova inclusão de remineralizador entre insumos agrícolas

Proposta também inclui substratos para plantas na lista, com o objetivo de estimular o uso desses produtos nacionais no lugar de insumos importados para formulação de fertilizantes solúveis.

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural aprovou na quarta-feira (10) o Projeto de Lei 4781/12, do senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), que inclui remineralizadores e substratos para plantas entre os insumos destinados à agricultura. Com a medida, a inspeção e a fiscalização da produção e comercialização desses produtos passarão a ser regidas pela Lei 6.894/80, de modo semelhante ao que ocorre com fertilizantes, corretivos, inoculantes, estimulantes ou biofertilizantes.

O relator na comissão, deputado Bernardo Santana de Vasconcellos (PR-MG), recomendou a aprovação da matéria.

A proposta classifica como remineralizador o material de origem mineral que altere os índices de fertilidade do solo por meio da adição de macro e micronutrientes para as plantas. O produto também melhora as propriedades físicas ou físico-químicas ou a atividade biológica do solo. Já o substrato para plantas é o usado como meio de crescimento de plantas.

Produção nacional
Bernardo Santana de Vasconcellos concordou com o objetivo da proposta de reduzir a dependência da importação de insumos necessários para formulação de fertilizantes solúveis. Em seu parecer, ele apontou a necessidade de o Brasil investir na exploração e no aproveitamento dos agrominerais como alternativa para a manutenção e o crescimento da produtividade agrícola nacional.

“O aumento da produtividade é necessário para garantir a segurança alimentar, ante a perspectiva iminente de uma crise mundial de fome. Neste contexto, a dependência externa desses insumos vem se apresentando como fator de risco para o setor agrícola brasileiro, com reflexos na economia nacional”, justificou o relator.

Ele acrescentou que os agrominerais ou remineralizadores estão disponíveis em todo o território nacional e que estudos realizados com o apoio da Embrapa têm demonstrado que a remineralização dos solos propicia índices de produtividade comparáveis aos obtidos com o uso dos atuais fertilizantes solúveis, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do País.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo e em regime de prioridade, ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

PL-4781/2012
Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Marcos Rossi

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Adubação com pó de rocha é barata e ecologicamente correta

Agricultores de diferentes regiões de Santa Catarina estão usando pó de rocha EKOSOLOS para repor os nutrientes da terra. Um deles é Wilfrit Kunze, de Porto União, no Planalto Norte.

No lugar do adubo convencional, ele começou a aplicar basalto moído e se surpreendeu com o resultado. Os custos de produção caíram e, hoje, ele planta milho, feijão, soja e cebola no sistema agroecológico usando basalto misturado com adubo orgânico.
Wilfrit associa essa técnica com adubação verde de inverno, plantio direto e rotação de culturas. O sistema tem aumentado a produtividade: no primeiro ano com pó de rocha, o agricultor colheu 180 sacas de milho por alqueire.
no ano seguinte, colheu 220 sacas na mesma área. Para o agrônomo Daniel Dalgallo, extensionista do Escritório Municipal da Epagri, o pó de basalto pode substituir com vantagens a adubação sintética. “Com o adubo químico, o produtor se limita a 6 ou 7 nutrientes. O basalto tem 108 elementos químicos.
Desses, 42 são importantes para o metabolismo da planta. Com uma nutrição equilibrada, a planta fica mais resistente a doenças”, destaca. Em Porto União, também há testes de aplicação do pó com adubo orgânico em pastagens, no plantio de grãos e na fruticultura.
Na região, mais de 400 agricultores já usam a técnica.
Material não agride o meio ambiente
De acordo com o biólogo Bernardo Knapik, que há mais de 20 anos estuda o pó de basalto, análises foliares das plantas que receberam a técnica apontam que elas são mais ricas em nutrientes.
“O pó de rocha não agride o meio ambiente porque não se dissolve rapidamente. Ele é trabalhado pelos microrganismos e pelas raízes e, assim, o solo se regenera. Já o adubo sintético é solúvel, a planta aproveita o que pode, e o que ela não absorve pode causar problemas ambientais”, compara.
Para ser usada na agricultura, a rocha é moída até se transformar em um pó semelhante ao cimento. Mas antes de usar esse material na lavoura, o agricultor deve fazer uma análise do solo e buscar o acompanhamento de um engenheiro agrônomo ou técnico agrícola.

Fonte: Epagri

Clima e doenças nas plantações preocupam produtores de trigo de Minas Gerais

Alterações climáticas aliadas ao surgimento de doenças nas plantações preocupam os produtores rurais de Minas Gerais. Por causa dessas mudanças, as perdas nas lavouras de trigo já são evidentes. No Triângulo Mineiro, os municípios de Perdizes e Santa Juliana contabilizam os prejuízos. Em Perdizes, o ataque de um fungo chamado brusone provocou estragos, causou a redução no rendimento e na qualidade dos grãos, perdas que devem chegar a 30%.

confira a integra no link:
http://agricultura.ruralbr.com.br/noticia/2014/06/clima-e-doencas-nas-plantacoes-preocupam-produtores-de-trigo-de-minas-gerais-4533872.html

Brasil deve produzir 72 milhões de toneladas de milho em 2014

Ele contextualizou o tema apresentando os dados do Brasil, que ficou em quarto lugar no ano de 2013 – na produção mundial – com 81 milhões de toneladas. A expectativa de produção para este ano é de 72 milhões de toneladas. Destas, 8 milhões serão provenientes do estado de Goiás, sendo 3 milhões na safra de verão e 5 milhões na segunda safra.

Pedro explicou que do total produzido em 2013, o Brasil exportou 26 milhões de toneladas, sendo esta a maior exportação de milho já realizada pelo país. O Brasil também teve um consumo interno de 54 milhões de toneladas, ficando com um estoque final de 9 milhões de toneladas. “Quando há muito estoque o preço do grão tende a cair, já que a oferta é muito grande. Ao contrário, quando ó estoque é pequeno, o preço sobe. O ideal é que a relação estoque/consumo fique em torno de 15%”, pontuou Arantes. Quanto ao estoque em 2014, a estimativa é que fique em torno dos 9 milhões de toneladas, o que, segundo Pedro, coloca o Brasil em uma posição confortável quanto ao fornecimento do grão.

O analista ressalta que o nível de estoque estimado em 9 milhões poderá sofrer uma reduçaõ e cair para até 4 milhões de toneladas. Tudo devido a problemas climáticos que já afetaram o início do plantio.

De acordo com Arantes, frente ao aumento da competitividade do milho brasileiro no mercado externo, o país passou a figurar como um grande exportador do grão, mesmo com todas as dificuldades de escoamento. Outro fator citado por Arantes foi o aumento da produção no ano passado diante do sucesso da 2ِª safra. “Poucos países podem produzir uma segunda safra devido às condições do clima. Aqui colhemos essa segunda safra quando temos pouco milho no mercado, o que aumenta ainda mais nossa competitividade”.

Fatores baixistas e altistas

Durante a palestra, Pedro apresentou os fatores altistas e baixistas para o comércio do milho, ilustrando os principais pontos que os produtores devem ficar atentos nos próximos meses. Como fatores baixistas, Arantes citou a demanda interna norte-americana possivelmente superestimada, a robusta safra no Brasil e em outros lugares do mundo e os estoques norte-americanos que estarão recompostos em 2014, pressionando negativamente os preços do milho.

Já como fatores altistas, Pedro citou a maior capitalização dos produtores brasileiros, que podem segurar o produto por mais tempo, elevando os prêmios no mercado interno. Aliado a isso temos a demanda de exportação que vem ganhando cada vez mais espaço no país e a expectativa de manutenção nas altas taxas de câmbio.

Receptividade

Para o produtor Leomar Cenci, a iniciativa é muito importante, já que o produtor costuma ficar mais focado com assuntos “da porteira para dentro” e às vezes esquece de olhar para o futuro do mercado. “Tudo o que diz respeito a informação, e neste caso, a orientação para a comercialização pode ajudar muito o produtor rural. Informação agrega valor à produção”.

Mas nem só produtores encheram o espaço La Brise nesta segunda. Estudantes de áreas ligadas aoagronegócio também marcaram presença no evento e disseram estar cientes da importância de ficarem sempre bem informados. A estudante do 1º período de Agronomia, Nayara Gabriela Macedo, faz o curso em Planaltina e declarou que foi até Formosa para conhecer um pouco mais sobre a área de grãos.

Soja tolerante à seca pode estar disponível no mercado em cinco anos

A semente de soja com gene tolerante à seca poderá estar disponível no mercado em cinco anos. A previsão foi feita no dia 19 de fevereiro de 2014 pelo professor Márcio Alves Ferreira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em palestra apresentada no Centro de Estudos e Debates Estratégicos (Cedes) da Câmara dos Deputados. Após os estudos realizados em laboratório, as plantas deverão ser testadas em campo e, depois, dependerão de liberação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para sua comercialização.

Ferreira é responsável pelas pesquisas do projeto Genosoja, que pretende viabilizar o cultivo de soja em áreas com escassez de água, como as regiões do semiárido. O pesquisador demonstrou como pode ser possível, por meio da biotecnologia, a transferência dos genes do café tolerantes à seca para outras espécies cultivares, como o algodão, a cana de açúcar, o feijão, o arroz e a soja. Ele ressaltou que a previsão da disponibilidade de cinco anos para o mercado vale apenas para a soja, cujos estudos estão mais avançados.

Segundo o professor, a tolerância da soja à seca vai ampliar as fronteiras agrícolas e viabilizar terras não utilizadas, ou subutilizadas, por causa da falta dágua. “A soja poderá ser cultivada em outras regiões, além do Centro-Sul”, afirmou.

De acordo com o pesquisador, em uma situação adversa, com redução de 50% da quantidade de água, a planta pode crescer sem prejuízo de suas qualidades funcionais, como se estivesse em condições normais. Para Ferreira, o gene tolerante à seca poderá ser inserido futuramente em qualquer espécie, como em hortaliças.

Histórico da pesquisa

Márcio Ferreira apresentou o projeto original que descobriu um gene tolerante à seca presente no café, protegendo a planta contra a falta dágua. O trabalho gerou o registro de uma patente pela UFRJ e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e a pesquisa agora está sendo utilizada para a obtenção de outras espécies cultivares tolerantes à seca a partir da manipulação genética.

Segundo o professor, a seca é um dos principais problemas que a agricultura enfrenta, podendo levar a uma redução de até 80% de sua produção em áreas não irrigadas. “Hoje, 70% de toda água utilizada pela humanidade é destinada para a agricultura, e 40% de todo o alimento obtido é dependente de irrigação. O aquecimento global irá desencadear eventos mais extremos de seca e a biotecnologia vegetal pode ser a solução para diminuir as perdas na agricultura”, afirmou o pesquisador.

Benefícios

Para o presidente do Cedes, deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE), a comercialização dessas espécies cultivares vai trazer mais rentabilidade para o agronegócio e para a agricultura familiar. “O fundamental dessa pesquisa é permitir que aquele agricultor do semiárido possa ficar no local onde vive, sem precisar migrar ou fugir para a cidade para viver em situação social precária”, afirmou.

O parlamentar defendeu que o semiárido tenha acesso aos benefícios das espécies modificadas geneticamente o quanto antes. Oliveira disse que o Cedes dará continuidade aos estudos sobre a convivência do homem com a seca.

Cedes

O Centro de Estudos e Debates Estratégicos é um fórum de debates que subsidia a formulação de leis e auxilia os parlamentares no trato de matérias do processo legislativo, de interesse da Casa ou de suas comissões. Entre os últimos estudos desenvolvidos pelo Cedes estão: Minerais Estratégicos e Terras-Raras; Instrumentos de Gestão das Águas; Mobilidade Urbana; e Capital Empreendedor.

FONTE

Agência Câmara
Reportagem — Luiz Gustavo Xavier
Edição — Marcos Rossi